01/07/2022

Aumento de até 63,7% das bandeiras de energia elétrica entra em vigor nesta sexta

Entra em vigor nesta sexta-feira, 1º, a alta de até 63,7% no valor das bandeiras tarifárias de energia elétrica. O reajuste, acima dos valores colocados em consulta pública, foi aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e ficará em vigor até junho de 2023.

O anúncio representa um aumento na conta de luz em momentos de dificuldade da geração de energia, quando as bandeiras tarifárias são ativadas por conta da falta de chuvas e reservatórios na capacidade mínima.

As bandeiras impactam diretamente o fornecimento de energia ao consumidor cativo, que compram energia diretamente da distribuidora, como é o caso das residências, pequenas indústrias e comércios.

O maior impacto é no adicional pelas bandeiras vermelha patamar 1, que subiu de R$ 3,971 para R$ 6,500 a cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumido no mês, com reajuste de 63,7% e amarela, que passou de R$ 1,874 para R$ 2,989 a cada 100 quilowatt-hora (kWh) e quase 60% de alta.

A bandeira vermelha patamar 2 passa de R$ 9,492 para R$ 9,795 a cada 100 quilowatt-hora (kWh) no mês e 3,2% de aumento. E na bandeira verde não há cobrança extra de tarifa...

Fonte: Exame

Leia mais em:

https://exame.com/negocios/aumento-de-ate-637-das-bandeiras-de-energia-eletrica-entra-em-vigor-nesta-sexta/

Setor de energia é um dos alvos preferidos de hackers

Relatório da Verizon apontou que o setor de energia, que engloba petróleo, gás, mineração e extração, como um dos mais visados para ataques cibernéticos. Sem contar a crise mundial energética, impulsionada pelo conflito entre a Rússia e a Ucrânia, as indústrias de energia e extração acabam se tornando alvo em potencial para os cibercriminosos, tanto por conta de seus posicionamentos estratégicos dentro das economias mundiais, quanto pelas informações valiosas que podem ser “trocadas” por quantias absurdas, e até servirem para espionagem.

Segundo o relatório, em 2021, ano de análise, foram 403 incidentes monitorados, e 179 que tiveram a confirmação de vazamento de dados; 78% apresentaram motivação financeira, enquanto 22% das ameaças buscavam a quebra de sigilo de dados para espionagem.

Mais de 60% de todos os ataques foram de phishing, que é uma técnica de engenharia social usada para enganar usuários e obter informações confidenciais, como nome de usuário, senha e detalhes do cartão de crédito, a partir de mensagens falsas, como e-mail, links, websites e até mesmo aplicativos. O meio mais usado, segundo o relatório, foi o dos servidores de e-mail das empresas, seguido por aplicações web e desktop...

Fonte: Monitor Mercantil

Leia mais em:

https://monitormercantil.com.br/setor-de-energia-e-um-dos-alvos-preferidos-de-hackers/

O equipamento, que parece um cofre, pesa 240 quilos e resiste até a tiros de fuzil. Não é aberto apenas pela chave de serviço: precisa também de liberação remota. As mais de 1.300 unidades já nas ruas garantem a luz de 23 mil clientes — número que deve chegar a 80 mil usuários até o fim do ano. No dia a dia do combate a instalações clandestinas, esta é mais uma arma da Light contra fraudes que provocam rombo anual de R$ 600 milhões em desvio ilegal de energia.

— É uma caixa blindada, à prova de bala, que a gente usa para proteger os medidores de acessos indevidos — resume o técnico de campo Rafael Felipe.

Dotados de sensores ligados a uma central de monitoramento em tempo real, os caixotes reforçados costumam reduzir em 40% o furto de energia no sistema. O critério, portanto, é priorizar sua instalação em áreas com maior incidência de irregularidades. Na capital, a maioria está em favelas, como Babilônia e Chapéu Mangueira, no Leme, Zona Sul. Fora do Rio, concentram-se na Baixada Fluminense, principalmente em Nova Iguaçu, São João de Meriti e Caxias…

Fonte: Extra - Globo

Leia mais em:

https://extra.globo.com/casos-de-policia/para-combater-furto-de-energia-light-bota-blindagem-que-resiste-tiro-de-fuzil-em-equipamentos-25535053.html

Programas Luz para Todos e Mais Luz para a Amazônia são estendidos até 2026 e 2030

Os programas de universalização de acesso e uso de energia elétrica Luz para Todos e Mais Luz para a Amazônia foram estendidos até 2026 e 2030, respectivamente, nesta quinta-feira (30/06), após publicação de decreto no Diário Oficial da União. Anteriormente, as iniciativas estavam previstas para se encerrar ao final de 2022.

Conforme o Ministério de Minas e Energia (MME), a medida permite a utilização de recursos da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) para viabilizar a expansão dos serviços de energia elétrica para locais mais remotos do território nacional.

Os programas visam à democratização do acesso e uso da energia elétrica por meio da utilização de sistemas de geração de energia limpa e renovável. Além disso, a implantação é integrada aos processos produtivos característicos de cada comunidade, levando em consideração a preservação da floresta amazônica.

Os projetos atendem famílias de baixa renda ou beneficiárias de programas federais de desenvolvimento social, assentamentos rurais, comunidades indígenas e territórios quilombolas.

Fonte: Portal Solar

Leia mais em:

https://www.portalsolar.com.br/noticias/politica/executivo/programas-luz-para-todos-e-mais-luz-para-a-amazonia-sao-estendidos-ate-2026-e-2030

Indispensáveis no enfrentamento das mudanças climáticas, as fontes de energia renovável complementares à hidrelétrica estão cada vez mais competitivas. Isso incentiva muitas empresas a planejar novos empreendimentos de geração, que em poucos anos podem colocar o Brasil entre os líderes globais nesse mercado. Até 2026, devem ser inauguradas 241 grandes usinas fotovoltaicas e parques eólicos, com investimento de R$ 34 bilhões, projeta a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). A biomassa é outra fonte relevante, em especial nos setores sucroalcooleiro e florestal.

Em junho, o Brasil bateu recorde de geração fotovoltaica, 16 gigawatts (GW) de potência instalada, superior à da usina de Itaipu (14 GW). O país está na quarta posição mundial de crescimento da fonte, segundo a Agência Internacional de Energias Renováveis. “Esse mercado praticamente dobra de tamanho a cada ano”, diz o coordenador da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), Guilherme Susteras. Desde 2012, são R$ 78,5 bilhões de investimentos acumulados, 450 mil empregos criados e 20,8 milhões de toneladas de CO2 não-lançadas na atmosfera, informa a associação...

Fonte: Abinee - Valor Econômico

Leia mais em:

http://www.clipping.abinee.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=347288&sid=105

Leilão de LTs marca início do escoamento de 32 GW do Nordeste

Os três primeiros lotes negociados no leilão de transmissão dessa quinta-feira, 30 de junho, somam 9 GW de capacidade de escoamento de geração solar fotovoltaica no Norte de Minas Gerais. Segundo avaliação do diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica, Helvio Guerra, que é o relator do leilão, todos esses projetos trazem um fôlego para a agência na questão das outorgas dos geradores solares que estão atrás de garantir a autorização da autarquia e assegurar o desconto fio.

Segundo a agência reguladora, o leilão de margem de escoamento ainda não tem data para ocorrer e esses projetos licitados hoje ajudam a desafogar a necessidade de linhas específicas para os novos projetos da chamada ‘corrida do ouro”.

Segundo o diretor de Estudos de Energia Elétrica da Empresa de Pesquisa Energética, Erik Rego, esse certame de hoje inclusive, tem relação com a expansão dos próximos anos no setor de transmissão e os próximos dois linhões de corrente contínua, previstos para um futuro nem tão distante assim. Somente esses dois projetos poderão ser origem de R$ 25 bilhões em investimentos, somados…

Fonte: Canal Energia

Leia mais em:

https://www.canalenergia.com.br/noticias/53217041/leilao-de-lts-marca-inicio-do-escoamento-de-32-gw-do-nordeste

Após quase 06 horas de disputa, o leilão de transmissão de 2022 terminou agora há pouco. Todos os 13 lotes colocados à disposição dos investidores foram licitados. O deságio sob a Receita Anual Permitida máxima foi de 46,16% ante o valor estimado inicialmente em R$ 2,2 bilhões estabelecido pela Aneel.

Entre os vencedores se destacaram com dois lotes cada: Neoenergia, Isa Cteep e Sterlite. A Zopone também levou dois lotes, mas um deles foi em consórcio com a Sollo Energia. Outro destaque do certame foi o retorno do Grupo Eletrobras como vencedor de um lote. A Eletronorte ficou com o lote 8. O grupo não vencia um certame de transmissão há cerca de uma década. Engie, Taesa e Energisa também estão entre os vencedores da disputa.

Veja abaixo os ganhadores de cada um dos lotes e a composição de cada projeto:...

Fonte: Canal Energia

Leia mais em:

https://www.canalenergia.com.br/noticias/53216672/leilao-de-transmissao-termina-com-todos-os-lotes-negociados

Raimundo Castro deixa presidência da Light

A Light informou em comunicado ao mercado nesta quarta-feira, 29 de junho, que Raimundo Nonato Alencar de Castro solicitou renúncia ao cargo de Diretor – Presidente da Companhia, por motivos pessoais e valendo a partir desta data. A renúncia abrange todos os cargos ocupados por Castro nos órgãos da administração das subsidiárias controladas ou coligadas da Light. Castro ocupava a presidência da concessionária carioca desde outubro de 2020.

De acordo com a Light, Wilson Martins Poit vai exercer o cargo de modo interino, mas como essa interinidade configura um impedimento temporário ao exercício do cargo de Presidente do Conselho de Administração, ele será substituído pela Vice – Presidente Ana Amélia Campos Toni até que o impedimento temporário cesse.

No comunicado, a Light agradeceu a Castro pelo profissionalismo e dedicação, além dos resultados positivos alcançados pela companhia durante sua gestão.

Fonte: Canal Energia

Leia mais em:

https://www.canalenergia.com.br/noticias/53216786/raimundo-castro-deixa-presidencia-da-light

A Tradener e a Compagas tornaram operacional nesta semana o primeiro contrato de compra e venda de gás natural no âmbito da “Nova Lei do Gás”, mediante importação da Bolívia para entrega a consumidores locais. Durante dez dias as empresas realizaram de forma pioneira um projeto-piloto, com suprimento de 10.000 m³/dia, demonstrando a plena viabilidade operacional deste tipo de operação, apesar de ser uma novidade para todos os envolvidos. O presidente da Tradener, Walfrido Avila, destacou a complexidade da operação, que até então envolvia apenas agentes estatais e agora foram verificados e implantados todos os passos necessários para tornar realidade o Mercado Livre de Gás.

A operacionalização envolveu desde a aquisição do gás pela Tradener, da estatal boliviana YPFB, sua importação para o Brasil, transporte em gasoduto pelas empresas GTB, na Bolívia, e TBG, no Brasil e a entrega para a Compagas na região de Curitiba, contando com o devido acompanhamento e orientação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis. Segundo Ávila, a operação contou com a colaboração de todos, o que foi imprescindível para viabilizar esse passo na abertura de mercado e democratização do acesso pelos consumidores brasileiros, transformando a previsão legal em realidade em pouco mais de um ano...

Fonte: Canal Energia

Leia mais em:

https://www.canalenergia.com.br/noticias/53216760/tradener-e-compagas-operacionalizam-primeiro-contrato-de-compra-e-venda-de-gas-importado-em-novo-mercado