01/07/2020

Energia solar pode gerar 11,6 milhões de empregos no mundo até 2030 e acelerar a recuperação econômica no pós-pandemia, informa ABSOLAR

O setor global de energias renováveis poderá alcançar a marca de 29,5 milhões de empregos no mundo até 2030, com políticas públicas de recuperação econômica e transição energética no pós-pandemia. Os dados são do novo estudo internacional da Agência Internacional de Energia Renovável (IRENA) intitulado “The post-covid recovery: an agenda for resilience, development and equality”, divulgado no final de junho. Para a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), as fontes renováveis, em especial a solar fotovoltaica, têm demonstrado forte resiliência frente ao cenário atual e podem alavancar a retomada econômica nos países.

O relatório da IRENA aponta que investimentos em energias renováveis nos programas de estímulo e recuperação econômica poderão contribuir com a geração de 29,5 milhões de empregos até 2030. Deste total, a fonte solar lideraria em novos postos de trabalho, representando cerca de 11,6 milhões de empregos, ou seja, mais de 39% do total...

Fonte: Portal Solar

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Ciclone deixa mais de 3,5 milhões sem energia no Sul

Um ciclone extratropical com tempestades e ventos de mais de 100 km/h atingiu a região Sul do país entre a última terça-feira (30) e a madrugada desta quarta-feira (01), provocando queda de energia em diversos pontos das áreas de concessão da Celesc, Copel e CEEE, que chegaram a somar com 3,6 milhões consumidores sem luz, sendo 1,5 milhões em Santa Catarina, 1,2 milhões no Paraná e 900 mil no Rio Grande do Sul.

Na avaliação da concessionária catarinense, esse é o maior dano para a rede elétrica já verificado no estado, que foi totalmente afetado, inclusive com o rompimento dos cabos de fibra ótica da Oi, o que impossibilitou a recomposição automática do sistema e a comunicação das unidades consumidores com o call center. No momento, a única forma de comunicação dos clientes da concessionária é através do aplicativo...

Fonte: Canal Energia

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Distribuidoras da Neoenergia tentam suspender prazos de adesão à Conta Covid

As distribuidoras do Grupo Neoenergia no Rio Grande do Norte (Cosern), Pernambuco (Celpe), Bahia (Coelba) e São Paulo (Elektro) entraram com mandados de segurança com pedido de liminar na Justiça Federal em Brasília, solicitando a interrupção do prazo de dez dias para adesão à operação financeira da Conta Covid. O prazo estabelecido pela Aneel na Resolução 885, que regulamentou as condições do empréstimo emergencial, termina na sexta-feira, 3 de julho.

Nas ações protocoladas nesta terça-feira, 30, as distribuidoras pedem que a decisão liminar seja mantida até que a Aneel defina o custo efetivo total da operação e o montante proporcional da alocação desse custo a cada empresa, adote providências em caso de insuficiência de recursos da conta e estabeleça em até 30 dias os procedimentos de reequilíbrio econômico-financeiro dos contratos de concessão, relacionados aos impactos decorrentes das ações de enfrentamento à pandemia do coronavírus.

Elas solicitam ainda que a agência reguladora seja obrigada a permitir a adesão em caráter especial para assegurar a disponibilidade e o acesso aos recursos da conta, até o julgamento final da demanda...

Fonte: Canal Energia

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Modernização do setor é resposta adequada contra crise, diz diretor da EPE

A modernização do setor deve ser a resposta para o mercado mais efetiva contra a crise no setor causada pela pandemia de Covid-19. Em webinário do projeto Sinapse realizado na última sexta-feira, 26 de junho, o diretor da EPE, Erik Rego, revelou que desde março foi mantido um diálogo com a Agência Internacional de Energia e que a proposta de separação de lastro e energia teve o aval da associação, em detrimento de duas outras sugeridas pelo mercado.

“A proposta de fato consegue endereçar todos os desafios que a gente tem pela frente”, explica. A separação de lastro e energia apareceu na consulta púbica 33, lançada na gestão de Luís Augusto Barroso à frente da EPE.

O diretor da EPE mostrou ainda que a pandemia trará uma profunda e longa sobreoferta de energia, que em 2020 deverá ficar em 12 GW med, mas que o mercado livre terá um bom crescimento. Outro ponto que ele apresentou foi que a necessidade de potência deve chegar antes da necessidade de energia no horizonte de planejamento e que esse modelo de mercado não é bom para lidar com esse tipo de desafio trazido pelas mudanças de perfil da demanda...

Fonte: Canal Energia

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Dow fecha compra de energia de usina solar da Atlas Energy no Brasil

A empresa de produtos químicos Dow assinou um contrato privado para a compra da produção futura de uma usina solar que está sendo construída pela Atlas Renewable Energy na Bahia.

O acordo prevê fornecimento anual de mais de 440 gigawatts-hora por 15 anos para atendimento à demanda da Dow a partir do primeiro semestre de 2021, disse em comunicado a Atlas, controlada pelo fundo de private equity britânico Actis.

A energia será fornecida pela usina solar de Jacarandá, que terá capacidade instalada de 187 megawatts-pico.

Os volumes envolvidos no negócio são suficientes para “cobrir parte considerável” da necessidade de uma fábrica da Dow em Aratu (BA) e a operação ajuda a cumprir meta da empresa de reduzir emissões anuais em 15% entre 2020 e 2030, acrescentou a Atlas...

Fonte: Money Times

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Grandes bancos já sinalizaram interesse em financiar a Conta-Covid

As principais instituições financeiras do país já sinalizaram que participarão da constituição da Conta-Covid – operação de empréstimo para compensar a perda de mercado e o aumento da inadimplência no segmento de distribuição de energia elétrica.

Segundo Rui Altieri, presidente do Conselho de Administração da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), BNDES, Banco do Brasil, Itaú, Santander e Bradesco têm interesse em participar da estruturação da Conta-Covid, cujo teto será de R$ 16,1 bilhões.

Espera-se que até amanhã, 30 de junho, seja dada a publicidade sobre quais instituições participarão do empréstimo e qual será o custo do financiamento.

Durante coletiva de imprensa virtual nesta segunda-feira, 29 de junho, Altieri disse que o cronograma da CCEE prevê que os recursos estejam disponíveis para as distribuidoras a partir de agosto.

Na semana passada, o presidente do BNDES, Gustavo Montezano, disse que a oferta de crédito deverá “superar em bilhões” as necessidades do setor elétrico. Montezano destacou que essa é uma operação emblemática pelo volume de recursos: representa metade de tudo que o BNDES emprestou para grandes empresas em 2019 e 1,6% de todo o mercado doméstico de crédito, estimado em R$ 1 trilhão.

Fonte: Canal Energia

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